quarta-feira, 16 de julho de 2008


Olá a todos. Foi-me difícil entrar neste blogue...mas finalmente lá consegui.Penso que parte do pessoal já se manifestou de uma forma ou outra sobre essa viagem. Tenho a sensação de todos!Aa viagem foi excelente, a actuação foi muita boa, muito embora tenhamos feito um teste de som como nunca me lembro desta tuna ter feito e depois na hora da actuação volta tudo á estaca zero. Mas mesmo assim julgo que tivemos muito bem. Recebi os parabéns de alguns dos elementos dos Tributo, tanto o António como o Manel Severino (os vocalistas) e até mesmo do Duarte Silveira o Presidente da Câmara da Calheta que nos desenrascou as carrinhas para irmos á caldeira. Gostava de escrever algo sobre a viagem e vou escrevê-lo mas não aqui, estou a pensar fazer um texto como fiz á 5 anos quando a tuna foi aos EUA, texto esse não publicável mas que enviarei a todos por e-mail.

Já sentia um vazio, a falta de uma viagem, em que podessemos passar uns dias juntos é muito importante e a última que fizemos foi há 3 anos atrás para o Canadá e apenas com 12 elementos tendo ficado atrás na altura por exemplo a Clarice, as Carlas o inigmático Nodi e a Nádia, porque o dinheiro não chegava para todos, tendo-se questionado nessa altura se não deveria as pessoas que pertenciam á tuna. Nessa altura assumi a responsabilidade junto da Lisete (que era a Presidente) e disse-lhe que o projecto tinha mais de um ano e tinhamos de nos apresentar com o mínimo de qualidade e não outra vez com um violão e um bandolim, seria rídiculo.

Teria sido importante já termos feito uma viagem no ano passado... Sem dúvida nenhuma, nada melhor para fortalecer os laços entre o pessoal, conhecermo-nos um pouco melhor, até porque o Capão não nos deixa fazer isso nos ensaios. Estas viagens proporcionam um ambiente diferente entre todos, uma cumplicidade, uma oportunidade para cada um extroverter a sua maneira de ser. Na minha opinião, ficaram a perder primeiro quem não pode ir e estou-me a lembrar, da Tânia, do Pavaroti ou da Iolanda e depois quem foi mas não conviveu connosco, a Carolina, a Tânia de veterinária ou a Patrícia, esta última que parecia ter aterrado no Domingo no meio de um lago. Que não me leve a mal a Patrícia até porque tenho um carinho muito especial por ela, mas se as duas primeiras estiveram á margem da viagem, a Patrícia pareceu um ET vindo de um óvni directamente do faial, que poisou na sala de ensaio mesmo a meio do Amor Açoriano, voltou a aterrar no teste de som e fez a última aparição na actuação, desci o palco para lhe dar um beijinho mas já o Ovni que a trouxera a tinha levado. Cada um teve os seus motivos e julgo que todos respeitamos, e aproveito para dizer que todos os que estiveram na Escola Profissional das Velas se divertiram o melhor que poderam.

Quem já é veterano nas viagens, mesmo em outras tunas como é caso do Mox ou do Capão, sabe que elas são fundamentais para a coesão de um grupo, é o principal factor de motivação de todos… e se não… vejam a minha serenata…além de ter sido um momento excepcional para mim do qual jamais o imaginaria e de certo nunca me esquecerei, quantas pessoas a tocar violão, obviamente o bandolim ser tocado pela Pipoca não seria novidade, mas a Clarice, a Marta, a Rosana…enfim…com vontade tudo se consegue, mas tem de haver motivação e aqui confesso…não é a tocar 2 musicas num Ciclone ou num Olé tunas que se motiva um grupo Celso!…e agora sim acho que o Magister se apercebeu… Durante mais de um ano vivíamos para esses 2 eventos, que nem eram nossos, apenas participamos na qualidade de convidados e realmente era o único sitio onde podíamos aparecer.

Aproveito, e deixo um repto, ainda por cima agora que a maioria do pessoal vai ao blogue, deixo uma ideia que acho que deveria ser encarada seriamente pela Direcção. Porque não darmos continuidade ao Encontro de Tunas “Sons do Mar” que era feito na Semana Académica. Nem falo em trazer tunas de fora, as que cá existem seriam suficientes para fazer uma noite de tunas apadrinhada pelas Sons do Mar, na qual seria possível encaixar alguns cobres até porque depois é possível fazer um acordo com o Náutico ou com o Havana…Não seria um Festival, até porque já há dois, era apenas uma noite de Tunas que poderia ser ou no Teatro ou no Centro Cultural. É claro que dá algum trabalho a organizar, mas sem trabalho não se passa do inspira e respira e os dedos do Capão a estalar.

Voltando ao tema inicial, o Capão preparou um reportório e que saudades já tinha de uma actuação do início ao fim, a maioria dos elementos nunca tinha tocado mais de 2 ou 3 músicas. Para mim foi a melhor actuação dos últimos 3 a 4 anos, primeiro porque estava tudo bem afinado, o som era de bom nível embora a monição em palco não fosse a melhor. Na minha opinião, nem mesmo a actuação que fizemos no Canadá teve a este nível e na altura contava por exemplo com a Eduarda um acordeão de referência o melhor que já vi em tunas cá da ilha…que pena não a termos connosco. A actuação que me possa lembrar nos últimos anos que estivemos a alto nível, remonta ao II Olé Tunas, em que a Sons do Mar entrou a concurso e ganhou 2 prémios nesse festival, nessa altura contava ainda com a Vera Andrade (autora da música da minha serenata) a Vera Duarte, a Helga, o Ricardo, o X-Pirra, Eduarda entre tantos, julgo que até o próprio Teixeira teve nessa actuação. Foram outros tempos, que me deixaram saudades mas mesmo assim não foram suficientes para que abandonasse algo que tanto gosto de fazer…tocar mal bandolim na “Sons do Mar”.

Deixando o passado e voltando ao presente, acho que é justo fazer uma homenagem ao nosso actual Magister, pode ter todos os defeitos do mundo, chato todos os dias, mas a verdade é que fez um trabalho excelente e que só tem paralelo se recuar 10 anos atrás quando o Renato foi Magister. Nesses remotos tempos a Sons do Mar tinha passado de um misto de grupo de folclore e grupo popular (iniciado em 1991) com pandeiretas a uma Tuna. Nessa altura era eu caloiro, e lá ia o ano de 1997, contavam com elementos muito bons, excelentes vozes, óptimos violões (cheguei a contar 12 numa actuação), foi ai que o Renato iniciou a viragem o que não foi difícil, uma vez que contava com matéria prima de qualidade para confeccionar, contava então com nomes como a Manuela Quadros, o Borba, os gémeos de Moura a Márcia, o Guimarães…entre outros. Depois iniciou-se o período, na minha opinião de apogeu da Tuna, a selecção era cuidadosa, poucos elementos entravam e correspondeu á transição do Renato para o Expirra que ao mesmo tempo culminava com o máximo de alunos que a Terra-Chã já teve, cerca de 1000, aproximadamente 1/3 daquilo que tem hoje toda a Universidade dos Açores junta. Esse meu velho e grande amigo da Ribeira Grande, Miguel Pontes de Baptismo e Espirra Dentes do Ultramar, pegou no legado deixado pelo Renato, inovou em algumas coisas, excelentes músicas foram feitas, muita gente de qualidade, o acordeão da Eduarda, a flauta transversal da Vera, sempre acompanhada por excelentes vozes femininas e masculinas, arriscaria a dizer que apenas faltou um contrabaixo. Foi um período brilhante, viajou-se bastante mas faltou, por exemplo, o que foi sempre a base da TUSA, os Festivais…trazer ideias novas e ver como fazem os outros. Seguiu-se a Eduarda como Magister numa altura em que começa a aparecer em grande a TUSA, e deixam de entrar rapazes para a Sons do Mar…os alunos no Departamento diminuem drasticamente os cursos passam a ser de menos anos e aparecem os preparatórios de Veterinária e depois Nutrição, e é aí que o Ricardo sucede á Eduarda. O período foi péssimo, o Ricardo fez o melhor que podia, esforçou-se ao máximo mas sem amêijoas não se faz “carne de porco á alentejana”, neste caso nem amêijoas nem carne…chegamos a fazer actuações que era ele a tocar violão e eu bandolim…foi um período de agonia e diria mesmo humilhante, mas sempre tive a noção se deixássemos cair a Sons do Mar era o adeus para sempre. E alguns sabem que se não fosse a Lisete e o Barata a pedir ao Ricardo…tinha caído mesmo. O Barata, que na sua passagem pela tuna foi rápida e discreta…se ainda existimos devemos-lhe á sua persistência e provavelmente a maior tristeza que me deu a “Sons do Mar” foi ver-lhe ser vetada a sua última actuação pela Tuna no ano passado no Ciclone, sabendo grande parte das pessoas que se ele não estava connosco era porque trabalhava á noite e era um prémio mais que justo. Mas pronto…já lá vai. Veio a viagem ao Canadá e deu-se uns retoques, entrou o Capão, o Expirra foi connosco assim como a Eduarda…depois foi começar do zero! Graças às pessoas que entraram, porque também elas se esforçaram, o Capão com os conhecimentos que também já trazia da TUSA, melhorou e de que maneira, conseguiu potenciar ao máximo as vozes, coisa que nunca tinha sido feito. Lembro-me bem que a primeira vez que se trabalhou vozes foi numa ou noutra música que levamos ao Canadá e que o Espirra fez questão de melhorar já com as ideias que o Pedrão tinha levado para a TUSA (e aqui que me corrija o próprio Espirra ou o Mox). Nunca ninguém trabalhou as vozes como o Capão, verdade seja, com o Renato a primazia ia para os instrumentos, eram muitos e bons…mas as vozes era tudo ao molhe e fé em Deus, com o Expirra era mais a questão musical, os ritmos e por ai fora…a Eduarda deu-lhe continuidade, com o Ricardo…não havia nada a fazer…não havia pessoas e as poucas que estavam não sabiam tocar…na melhor das hipóteses juntávamo-nos ao grupo coral Terra-Chã. Por isso, obrigado ao actual Magister, obrigado ao Ricardo por não ter deixado a tuna ir abaixo, abrigado á Eduarda, ao Expirra, ao Renato, á Xana…aos outros que não conheci pelo percurso até hoje…até chegarmos ao ano de 1991 em que alguém fundou a Tuna Académica Sons do Mar. Ao fazer todos estes agradecimentos a actual Magister e aos seus antecessores, seria hipócrita da minha parte não me referir aos sucessivos presidentes e suas direcções…Foram tantos que seriam necessárias várias linhas para os enumerar, se em palco o reflexo das exibições se deve a quem lá está e quem ensaia, não menos importante é o papel de quem organiza os eventos. A verdade é que nos últimos anos o papel de liderança acaba por recair muito sobre o magister e isso não é bom, expõem em demasia o próprio cargo que é o alicerce fundamental da tuna. O papel de incentivo de novas ideias tem que partir do próprio Presidente e da sua direcção, o exemplo mais proeminente que aqui posso deixar foram os anos que o Teixeira assumiu e foi sucessivamente nomeado, tinha uma presença forte de liderança, protegia bastante nesse aspecto quem ensaia foi responsável por vários eventos e viagens, claro que tinha a Helga com ele que era uma ajuda enorme.

Cabe à Marta agora esse papel, conseguir trazer caloiros para a tuna, raparigas mas também rapazes, as músicas são lindas, tão bem tocadas mas nota-se a falta de vozes masculinas. Como diria o meu querido amigo Bikudo, parecia uma tuna feminina com 3 galos no meio. Os tempos que se avizinham não vão ser nada fáceis, para variar saiu imensa gente, que fazem imensa falta, as próprias circunstâncias da própria Universidade não ajudam em nada, cursos de 3 anos outros são preparatórios de 2 anos apenas, quando o grupo está a um bom nível…plufff, desfaz-se e começa-se em Setembro de meia estaca. É um desafio grande, mas a TUSA enfrenta as mesmas dificuldades…á partida as circunstâncias são iguais para todos…vai sobreviver os mais que melhor se adaptarem.

Em jeito de despedida, até porque este texto é longo demais para um blogue, tenho inevitavelmente que dar uma palavra de apreço a quem vai embora. E foram muitas as pessoas, A Clarice, a Carla com K e a Carla do Mox, a Patrícia (fayala), a Marta Galvão (é pena não teres entrado mais cedo para a tuna), a nossa Chekinha (que por certo irá entrar em Medicina), a Tânia de veterinária ou da pandeireta como preferirem, a Iolanda que já tinha ido embora…enfim se calhar esqueci-me de alguém… Não…estavam à espera que falasse do Mox…enganam-se…ou engano-me eu!!! O nosso Mox é um Kirido! Quando a Lisete ainda Presidente lhe pediu para nos ajudar, ele prontificou-se…e lá esteve…É evidente que sem a sua Kirida e a nossa Carla (ou Moxina como preferirem…se bem que ela não acha piada), as coisas não são as mesmas… tirem-me a Lizêta e peçam-me para aturar o Capão sem pastenejar (tou a brincar), vou escrever sem ter falado com o Mox…é da minha livre e espontânea vontade. O nosso Mox trabalha na Praia, vive no Raminho e ainda tem os ensaios da TUSA. No entanto… não lhe exigindo o esforço adicional que tinha como quando cá estava a sua Kirida…acho que é Home para dar uma ajuda no Ciclone…ou então no tal Encontro de Tunas “Sons do Mar” que em cima referi… Mas isso é uma questão para ele mesmo meditar, mas claro que não podia deixar aqui a oportunidade de lhe tocar no coração…

O ano lectivo de 2007/2008 acabou em grande, para aqueles que acabaram os cursos desejo uma rápida entrada no mercado de trabalho os vossos impostos são importantes para continuar a pagar a educação deste país, para que continuem a existir boémios e essa raça que se intitula de Tunos, que não passa de uma cambada de bêbados do Cuarai… com violas ás costas e a fazer barulho. Para os que foram embora e que continuam a estudar, as maiores felicidades do mundo, certamente guardaram como recordação muitas bebedeiras, amores e desa-mores e claro a Tuna Académica “Sons do Mar”. Para o resto da malta, Setembro é mês de recrutar gente nova para alimentar o ciclo.

Até Sempre,

Pataco

8 comentários:

Pataco disse...

Comentário feito por Luís Teixeira (ex-presidente da Sons do Mar entre 2000 e 2004) e inserido através de mim a pedido do próprio.

“Grande Pataco!

A escreveres és como a apresentar a tuna...LOLOL.

Mas agora a sério, falaste muito bem, e mais ainda podias dizer, por isso até acho que foste resumido.

Obrigado pela parte que me toca e pelas palavras.

Como ex-presidente e com a experiência de 6 anos de Sons do Mar, aconselho a vocês a quem 85% da tuna não conheço, o mesmo que ele: Não trabalhem só para o Ciclone e Olé Tunas, organizem o Encontro "Sons do mar", viagem todos os fim de ano lectivo a uma ilha, e toquem mais vezes durante o ano (actuações de 8 musicas), falem com juntas e comissões de festas de impérios para tocarem, porque isto sempre foi e será os palcos onde se ganha companheirismo, experiência e afinação.

P.S. Gostei muito da actuação em São Jorge, mas por favor NÃO deixam morrer o hino original da Tuna Sons Mar, a Sons mar é o que o Hino fala e foi por ele que durante anos Sons do Mar tocou.

Luís Teixeira.”

Karla disse...

realmente é um post "à pataco"... enfim, gostei bastante de lê-lo - até pk não th nd k fazer e entreteu-me um bocado -, mas acho k a parte k mais importa realçar é a k toca ao futuro! como bem disseste, dadas as circunstâncias, a sons d mar vai voltar à meia estaca, mx com determinação e vontade td se consegue e a serenata d lisete foi prova disso! (já se sabe k se pos pregos cm cuarai..mx foi cd um na sua vez e nem se notou mt...hihi). é isso...resta-me desejar mt força ao pessoal k continua e ao k há d entrar...

Sons d Mar é p'arrebentar!!

P.S- tou xeia d saudds voxas...vcx são d cuarai!!bjins

Carla Róia disse...

Pataco do cuarai quase me fizeste chorar!Não haja dúvida que sabes o que dizes...gostei muito do post!
Ninguém melhor do que tu sabe o que a Sons do Mar já passou e ninguém melhor do que tu para dar força aos que estão e aos que vão entrar (sim, porque as caloiras actuais vão encarregar-se dos recrutamentos)para continuar a curtir e a ser tuno cmédade!
Concordo contigo quando falas no encontro de tunas e digo desde já que se esse chegar a acontecer...lá estarei para assistir ou até mesmo para cavaquinhar mais um pouco, quem sabe!
Já estou cheia de saudades do pessoal, a viagem foi sem dúvida importantíssima para a fortificação de amizades!Apesar de já não ver trabalhos à minha frente, neste momento sinto-me triste por já ter terminado o curso...mas enfim é a vida!
Amigo Pataco, és do cuarai!Bjins*

just me disse...

caro pataco. depois deste post só tnh 2 coisas a dizer: 1ª - eu chamo-me clariSSe, e 2ª - és do cuarai.
tenho dito

El Capon disse...

"não é a tocar 2 musicas num Ciclone ou num Olé tunas que se motiva um grupo Celso!…e agora sim acho que o Magister se apercebeu…"
pegando nas tuas palavras tb n é a ir para um ole tunas ou ciclone tipo tuna bezerrona que vais curtir acbou o ole tunas e teve pessoal que veio dar parabens porque sera seclhar porque ensaiamos e não brincamos epa para brincar vamos quando acbar os ensaios vamos beber e brincar os ensaios e para ensaiar e quanto a motivar o grupo n a ninguem ali mais do que eu com vontade daquele grupo ir para a frente e ser motivado eu todos os dias falava isso e aunica diferença da actução de s jorge foi que o pessoal curtiu em palco coisa que na terçeira eles tinham receio
mas afinal o que eu disse para eles curtiram ne a bue de tempo mas pronto e a tua opnião

Pataco disse...

Este trio, das Carlas ou das Clarices como dizia a Lizêta é o máximo. Curto-as à bué. A Carla com K foi a primeira a achar piada, depois a nossa Carla do Mox, sai-se com cada uma assim com aquela cara de meia inocente... depois levei mais tempo a preceber a Clarice que é uma querida...Mas ainda havia um quarto elemento que poucos conhçeram..."O NODI" que era uma figura incrivelmente irritante. Eu sempre achei que qualquer um tem que ter algo simpático dentro de si...esforcei-me mas não identifiquei nada naquela estranha criatura de deixar a franja em pé. Mas pronto...não vou derramar mais! "Claricias" do Cuarai... Vou levar agora a loira ao aeroporto...ela vai para o canadá... Jokas parvalhonas.

MOX disse...

Caríssimo Paulo Jorge Silveira,

Muito me apraz este teu post. Foste conciso e verdadeiro no que disseste.
Gostei da forma como relataste de forma resumida alguma da tua experiência como tunante. Certo é que muito mais haveria para contar, muitas mais histórias, momentos, despedidas e actuações, mas o blog é de todos e portanto não o monopolizes! lolol

A tuna sons do mar tem tudo para continuar a ser uma boa tuna, tem massa suficiente para se moldar e há de receber mais uma fornalha de sacos de farinha, água, ovos, e outros ingredientes para serem amassados e para que continue a criar a sua própria identidade "ad eternum"!
Sendo a tuna um conjunto único, independente e autónomo, não é necessário nem possível compara-la com quaisquer outras tunas. É como é, ainda bem que o é, e espero bem que o continue a ser.

Quanto à minha situação, que é por todos vós conhecida, hei de comparecer no primeiro ensaio que fizerem para que fale com vocês.

Força Sons do Mar!
Mais uma vez parabéns ao pataco pelo post!

PS: qualquer dia havemos de nos sentar para uma lição de sapiência sobre os Czares russos.
Abraço!

Pipoca disse...

Nao percebi os Czares russos?!